Num dia de chuva fina e frio intenso estava num estabelecimento comercial aguardando minha vez de pagar a conta. Enquanto isso, não pude deixar de reparar a funcionária que, em mais alguns instantes me atenderia. Não que ela fosse dotada de uma simpatia cativante – longe disso – ou de uma rara beleza – mais longe ainda – Na realidade ela estava com ares de poucos amigos.
A maneira fria e displicente como trabalhava chamava a atenção dos clientes que tinham, necessariamente, de enfrentar a “fera” (era a única caixa do Local). Os comentários negativos e a insatisfação da clientela eram notórios e abundantes.
Embora o comportamento dessa funcionária fosse apenas mais um ítem na lista de mal-atendimento daquele estabelecimento,ainda assim, parecia não incomodar o proprietário (sentado num banco, atrás do balcão, degustando um charuto barato e se deleitando com a leitura de um desses jornais sanguinários, aberto sobre o pequeno balcão), mas apenas justificar o bate-papo descontraído dos demais funcionários (“vendedores”) em horário normal de expediente.
Apesar de nem sempre concordar com algumas máximas criadas no mundo dos negócios, mas, uma em particular, se fez verdadeira (pelo menos nesta situação). É a que diz que o liderado é o reflexo do seu líder (ou algo parecido com isso).
Vivemos no século XXI, onde a Liderança deve ser exercida e conquistada pelo exemplo. Aliás, esse é o tipo de líder que está em voga. Como se não bastasse, é o estilo de liderança mais cobiçado pelo mundo corporativo.
Fique ligado.
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE PRODUTIVIDADE
Embora a oscilação da produtividade não esteja necessariamente relacionada à motivação ou à falta dela, ainda assim, deve o líder acompanhar, com atenção, o desempenho de seus liderados.

Muitas vezes, a queda de produtividade de um colaborador pode estar ligada a fatores externos e alheios a sua vontade, que não estejam, necessariamente, relacionadas à sua motivação, mas, sim, a alguma dificuldade pessoal, momentânea, sem maiores conseqüências.
Por outro lado, quando o funcionário começa a apresentar sintomas de queda de produtividade, resultados inexpressivos, baixa-estima, cansaço aparente, ansiedade, impaciência, intolerância, falta de humor, etc., não há dúvida de que ele passa por momentos delicados e que precisa de atenção. Deixá-lo à deriva de sua própria sorte certamente não será a melhor opção.
Quando o líder demonstra empatia verdadeira pelo seu liderado, pode se tornar um grande aliado para ajudá-lo na solução ou mesmo, um mero norteador de horizontes. O importante é conquistar a confiança do colaborador e se colocar à disposição para caminhar junto, de forma a fazê-lo crer que não estará só enquanto perdurar o problema.
O estreitamento dessa relação, bem trabalhado e gerido pelo líder, pode não apenas proporcionar um renovo na vida de seu liderado, como também, fortalecer a amizade entre ambos, fomentar o desejo de recuperação, bem como aumentar o respeito e a admiração pelo líder.
Por outro lado, a indiferença pode levar a resultados não apenas desanimadores, mas catastróficos. Uma série de eventos advindos da omissão do líder pode desencadear problemas a todos que o cercam. A equipe pode ser afetada. A liderança pode ser questionada e sofrer perdas irrecuperáveis. Os resultados podem trazer à luz a existência de algo errado e não devidamente tratado. Consequentemente, a Organização pode não sofrer abalo em seu desempenho, pode não comprometer o resultado geral, a alta gerência pode nem ter tomado conhecimento do problema de seu colaborador, mas uma coisa é certa: por algum tempo, ela deixou de concorrer no limite máximo de sua potencialidade. Isso pode lhe custar caro, ainda que seja um caso isolado, com resultados inexpressivos.
Portanto, o Líder precisa estar atento para a produtividade de seus liderados não para, friamente, cobrar resultados, mas, com objetivo de auxiliá-los no desempenho de suas funções. Assim, poderá explorar todo o potencial do liderado, descobrindo novos dons e talentos que possam torná-lo ainda mais especial para si próprio e para a Organização.
Até a próxima.

Muitas vezes, a queda de produtividade de um colaborador pode estar ligada a fatores externos e alheios a sua vontade, que não estejam, necessariamente, relacionadas à sua motivação, mas, sim, a alguma dificuldade pessoal, momentânea, sem maiores conseqüências.
Por outro lado, quando o funcionário começa a apresentar sintomas de queda de produtividade, resultados inexpressivos, baixa-estima, cansaço aparente, ansiedade, impaciência, intolerância, falta de humor, etc., não há dúvida de que ele passa por momentos delicados e que precisa de atenção. Deixá-lo à deriva de sua própria sorte certamente não será a melhor opção.
Quando o líder demonstra empatia verdadeira pelo seu liderado, pode se tornar um grande aliado para ajudá-lo na solução ou mesmo, um mero norteador de horizontes. O importante é conquistar a confiança do colaborador e se colocar à disposição para caminhar junto, de forma a fazê-lo crer que não estará só enquanto perdurar o problema.
O estreitamento dessa relação, bem trabalhado e gerido pelo líder, pode não apenas proporcionar um renovo na vida de seu liderado, como também, fortalecer a amizade entre ambos, fomentar o desejo de recuperação, bem como aumentar o respeito e a admiração pelo líder.
Por outro lado, a indiferença pode levar a resultados não apenas desanimadores, mas catastróficos. Uma série de eventos advindos da omissão do líder pode desencadear problemas a todos que o cercam. A equipe pode ser afetada. A liderança pode ser questionada e sofrer perdas irrecuperáveis. Os resultados podem trazer à luz a existência de algo errado e não devidamente tratado. Consequentemente, a Organização pode não sofrer abalo em seu desempenho, pode não comprometer o resultado geral, a alta gerência pode nem ter tomado conhecimento do problema de seu colaborador, mas uma coisa é certa: por algum tempo, ela deixou de concorrer no limite máximo de sua potencialidade. Isso pode lhe custar caro, ainda que seja um caso isolado, com resultados inexpressivos.
Portanto, o Líder precisa estar atento para a produtividade de seus liderados não para, friamente, cobrar resultados, mas, com objetivo de auxiliá-los no desempenho de suas funções. Assim, poderá explorar todo o potencial do liderado, descobrindo novos dons e talentos que possam torná-lo ainda mais especial para si próprio e para a Organização.
Até a próxima.
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